sexta-feira, novembro 05, 2010

Comer, Rezar, Amar

O que é esse livro? Confesso que resisti durante um bom tempo. Logo que explodiu as vendas desse livro, eu peguei na livraria, fiquei segurando e pensando - Será que é bom? Será que é ruim? - No meio de toda aquela minha dúvida, surge a voz da minha mãe atrás de mim - Você vai odiar esse livro! É daquele estilo de auto-ajuda... Não é o tipo de romance que você gosta de ler.

Ok. Coloquei de volta o livro na prateleira. Como não vou confiar no que minha mãe diz, já que ela é a principal responsável pela minha paixão pelos livros? Se ela achava que eu não iria gostar, é porque não iria mesmo. E naquele dia, na livraria da Travessa, acabei levando outro livro.

Daquele dia até o dia de ontem, muitos dias se passaram, alguns meses para ser mais exata. Comer, rezar, amar virou filme e eu fiquei me perguntando - Será mesmo que eu não vou gostar? - E como uma apaixonada por livros, mais um dia estava eu na livraria, dessa vez com meu namorado.

- Que livro é esse? - Ele me perguntou enquanto novamente eu segurava ele nas minhas mãos.

- Ah... é um livro que virou filme e que todo mundo fala que é muito bom.

- Então leva! (Ele sabe que eu não vivo sem ler)

- Não, eu não vou gostar. (Ainda estava convicta daquilo que minha mãe havia me dito)

- Ué... Por que?

- Porque é um livro bobo, de auto-ajuda. Vamos embora!

E lá fomos nós e mais uma vez deixei Comer, Rezar, Amar em uma prateleira.

Eis que na tarde desta quinta-feira, depois de terminar uma reunião de trabalho, eu tinha duas opções: Voltar para casa e uma hora depois ter que voltar para o lugar em que eu estava, já que teria minha aula no MBA; ou fazer hora ali no centro do Rio. Escolhi pela segunda alternativa, já que sabia que se eu voltasse para casa, a chance de não voltar para a aula seria enorme! Então... o que eu iria fazer para matar o tempo? Fui em busca da livraria Travessa e depois de duas ruas encontrei!

Andei olhando as prateleiras, as novidades. Nada me chamava muito a atenção. Até cheguei a pegar um ou dois livros e passei pelas páginas, mas no fundo da minha mente eu já sabia qual queria ver de verdade, mas não estava achando ele em lugar nenhum.

- Moço, você tem Comer, Rezar, Amar?

- Claro! Vou pegar para você.

Ele pegou, procurei um sofazinho (por isso eu amo a Travessa e lamento por não termos tantas livrarias assim aqui no Rio), sentei e abri a primeira página. Opa! Que legal a introdução! E o primeiro capítulo, o segundo, o terceiro, o quarto, o quinto... Caramba! Fiquei uma hora sentada no sofá, lendo o livro que eu resisti por tanto tempo em comprar e apaixonada já pela história.

E agora? Levo ou não levo? Era o meu dilema. Mas como eu poderia não levar, sem saber o que ela faria? Fui até o caixa e paguei, saindo satisfeita com a minha nova aquisição. E vou confessar o que mais me atraiu na história e o que está me deixando com um sorriso idiota no rosto a cada página que eu leio: descobri que mais pessoas no mundo passaram a estudar o italiano pelo mesmo motivo que eu - por acharem a lingua linda, romântica e tudo mais. Claro que a história está me fascinando, mas esse detalhe está sendo importantíssimo para que eu ame, ame e ame ainda mais.

Não sei se esse amor vai ser até o último capítulo. Ainda estou com um pé atrás. Sou um pouco preconceituosa com livros de auto-ajuda, apesar de não ter sentido isso no livro até o ponto em que parei para vir escrever no blog. Enfim... Foi uma grata surpresa ler as primeiras páginas de Comer, Rezar, Amar e espero que seja assim até a última!

Agora, é hora de voltar ao trabalho, para acabar o quanto antes, para ler mais! Quem ama ler, deve entender bem esse sentimento! Se você ainda não leu, eu indico! Mais para frente eu comento aqui o que continuo achando da história! Boa leitura a todos!

Até mais!

3 comentários:

Equipe G.H. disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Faby Leme disse...

hahaha Que história legal Nanda, confesso que tbm amo ler e ainda não li esse e nem vi o filme... Engraçado porque estou lendo O CAÇADOR DE PIPAS, que por sinal, também hesitei muito antes de começar a ler, pensava: "Haaa história de pessoas que moram no Afeganistão, só deve ter guerras ou tragédias" ... Preconceito bobo... estou ainda nas primeiras páginas, mas to amando cada vez mais!!! BOA SORTE NA SUA NOVA LEITURA!!! Beijokas!

André Poerschke Vieira disse...

que história em torno do livro hein! huahuahua mas nessa tua história dá para tirar uma coisa: Vai por você, se os outros não gostam (por mais que seja a mãe) não quer dizer que você não gostará.

gostei dessa aventura com o livro :D

http://umdiaentenderei.blogspot.com/